Posts Com TAG ‘digital out-of-home’

Rede Elemidia se torna maior operadora do mundo de mídia digital out-of-home em edifícios comerciais

30 de março de 2011

EMPRESA ATINGE A MARCA DE MIL EDIFÍCIOS COMERCIAIS COM MONITORES INSTALADOS

O canal elevadores da Elemidia completa mil edifícios comerciais. Com essa conquista a empresa se torna a maior operadora do mundo, em número de endereços distintos, à frente da norte-americana Captivate Network.

“Essa conquista é o resultado de muito trabalho de uma equipe integrada nacionalmente com foco em expansão contínua, acreditando no potencial da mídia digital no segmento out of home. Iremos continuar investindo e já pra final de 2011 alcançaremos a marca de 1.500 edifícos”, destaca o presidente da Elemidia, Felipe Forjaz. Segundo pesquisa Datafolha, a mídia exibida nos elevadores tem a capacidade de reter 97% do nível de atenção do público. “Agradecemos aos condomínios comercias de todo o Brasil por escolherem a Elemidia para informar e entreter seus condôminos e visitantes”, adianta Forjaz.

A Elemidia chegou ao mercado com a missão de transformar os elevadores em um novo veículo de mídia de massa, com alto poder de segmentação. Hoje, muito além dos elevadores de edifícios corporativos que a tornaram conhecida no mercado, as operações daempresa estão distribuídas em ambientes diversos, com canais específicos para edifícios comerciais, hotéis, universidades, shopping centers, lojas de conveniência, academias, bares e restaurantes , supermercados e bombas de combustível. Presente em 30 cidades de 17 estados brasileiros, além de Buenos Aires (Argentina), a Rede Elemidia se tornou a maior operadora de mídia digital out-of-home de toda a America Latina, com mais de 6 mil monitores instalados.

Em 2010, a empresa passou a fazer parte do Grupo Abril – que comprou 70% de participação de seu capital. Com isso, o conteúdo jornalístico divulgado nos monitores da Elemidia passou a ser originário dos portais da Veja, Exame, Exame PME, Info, Placar, Contigo! e Quatro Rodas. Esse escopo será ampliado gradativamente, sendo publicadas atualmente cerca de 400 notícias por dia, para uma audiência de mais de 14 milhões de diferentes pessoas por semana.

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Popularidade: 82%

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Rede Elemidia amplia a atuação no Out of Home

30 de março de 2011

A Rede Elemidia, que tem no Grupo Abril seu principal controlador, anuncia a aquisição da Agência Mídia, empresa criada em 2001 com foco em Mídia Indoor, Mídia Exterior e Projetos Especiais e com forte atuação em mídia aeroportuária, especialmente em Congonhas, Santos Dumont e Guarulhos.

Após sua consolidação no mercado de out of home na área digital no Brasil e na América Latina, a Rede Elemidia passa agora a atuar também na modalidade estática. Da aquisição surge a AOH, com participações de 70% da Elemidia e 30% da Agência Mídia. A nova empresa será liderada pelo publicitário Marcos Botelho, que terá a função de introduzir a Rede nas mais importantes licitações de mobiliário urbano, transportes públicos e aeroportos, modalidades do setor onde a marca ainda não atuava.

Com a criação da AOH, a Elemidia passa a oferecer aos seus clientes soluções integradas nas diversas plataformas, assim como irá também participar das futuras oportunidades dentro do segmento out of home. A transação é a segunda envolvendo a empresa nos últimos seis meses.

Em setembro de 2010, o Grupo Abril anunciou a aquisição de 70% da Elemidia, já na ocasião líder em mídia digital out of home e com crescente presença na América Latina. Os outros 30% permanecem com a família Forjaz, fundadora da empresa, além de alguns executivos que já atuavam na Rede.

O negócio, conseqüência do empenho da Abril pela difusão da cultura, informação e entretenimento, resultou em mais um importante canal de distribuição de conteúdo totalmente em sinergia com as diretrizes e valores do Grupo Abril.

A aquisição da Agência Mídia representa a ampliação dos negócios da Rede Elemidia dentro do core business, ao mesmo tempo em que inaugura uma nova fase de exploração de mídia no setor out of home. “A transação marca o início da era full out of home no Brasil de uma empresa genuinamente brasileira”, afirma Felipe Forjaz, presidente da Rede Elemidia. Segundo Forjaz, diferentemente das grandes multinacionais do setor, a Elemidia já começou sua operação na área digital. “Agora ampliamos as ofertas aos nossos anunciantes nos segmentos mais tradicionais do setor ”, diz.

De acordo com Marcos Botelho, diretor geral da AOH, a Agência Mídia buscava um sócio estratégico para ampliação de sua cobertura nos próximos anos. “Não poderia ser melhor ter uma empresa nacional consolidada como a Elemidia, empresa do Grupo Abril, para alcançar esse objetivo”, afirma.

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Popularidade: 78%

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Rede Elemidia está no top 10 mundial de Dooh

30 de março de 2011

A Rede Elemidia é uma das 10 companhias mais impactantes do mundo no segmento digital out-of-home. Levantamento feito pela Ooh-TV (www.ooh-tv.com), que avaliou os melhores resultados setoriais de 2010, classificados no The Top 10 DOOH Operators of the Year, colocou a empresa na quarta colocação – a única representante no Brasil e na América Latina presente ranking.

Entre os fatores que mais contribuíram para a classificação da Elemidia no ranking mundial, foram apontados a continuidade de sua expansão para novos canais; a conclusão da integração com o CineBoteco, adquirido em 2009, e a consolidação do canal Bares e Restaurantes; além do acordo com o Pão de Açúcar, celebrado no final de 2010, marcando a estréia do canal Supermercados.

No entanto, destaca o levantamento, o mais importante de todos os negócios realizados durante o ano foi a aquisição de 70% do controle acionário da Rede Elemidia, feita pelo Grupo Abril, e destacada em primeiro lugar entre as cinco maiores operações de crescimento, registradas em 2010 no out of home mundial.

Pela ordem, as empresas classificadas no The Top 10 DOOH Operators of the Year são: RMG Networks (EUA); JCDecaux (UK); Amscreen (UK); Rede Elemidia (Brasil); ChinaMedia Express (China); Deutsche Telecom (Alemanha); Ströer (Alemanha); Metrobus (França); Retail Media (França) e Monopoly Media (Romênia e França).

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Popularidade: 84%

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Rede Elemidia registra forte crescimento em 2010

30 de março de 2011

Grandes conquistas marcaram a trajetória da Rede Elemidia em 2010. Em relação ao ano anterior, a líder da mídia digital out-of-home cresceu 70% em venda de publicidade, 40% em número de monitores instalados e encerrou o ano com cerca de 50% do share no segmento. E em um salto histórico, em setembro, a associação com o Grupo Abril elevou exponencialmente a sua gestão de conteúdo e do próprio negócio a novos patamares, resultando em uma das mais importantes realizações de sua trajetória. Com apenas sete anos de fundação, a Rede Elemidia trouxe novos parâmetros ao mercado e tornou-se em pouco tempo a líder da América Latina no segmento de mídia digital out-of-home.

“As projeções para um novo ciclo de expansão são mais do que promissoras, respaldadas não só pela força que adquiriu a marca Elemidia e por novos projetos que apresentaremos em 2011, mas também pelo crescente reconhecimento que recebemos do mercado”, afirma Flávio Polay, Vice-Presidente de Publicidade, ressaltando a sucessiva conquista de importantes prêmios setoriais e, mais especificamente, a recente vitória no 24º Prêmio Veículos de Comunicação, no qual foi eleita Veículo do Ano na categoria mídia out-of-home, pela quarta vez consecutiva e, pela segunda vez em sua história, foi eleita a “Empresa de Mídia Exterior do Ano” pelo Prêmio Colunistas de São Paulo. “Além de nos sentirmos honrados, esta nova premiação representa mais um forte estímulo e sinalização de que estamos no caminho certo” completa Polay.

Ao lado dos avanços numéricos e de negociações de extrema relevância para sua evolução e permanência na liderança setorial, a Elemidia manteve ao longo do ano seu incessante trabalho de pesquisas voltado à busca de soluções inovadoras, uma das características que, também, marca sua atuação no mercado. Entre as novidades operacionais, a empresa lançou a inédita ferramenta “Compre Online”, sistema abrangente e rentável que já começa a revolucionar o setor, ao permitir às agências a flexibilidade de planejar e veicular, pela internet, as mais diferenciadas ou segmentadas campanhas na Rede Elemidia, impactando determinado target, praça ou ambiente, de maneira específica ou combinada.

Outro destaque, a dinâmica de sua linha editorial, que reúne na tela conteúdo jornalístico em tempo real, entretenimento e publicidade, garante a capacidade de reter 97% do nível de atenção, segundo pesquisa do Datafolha. E, ainda, há cerca de dois anos, a Elemidia obteve asseguração da PriceWaterhouse, conferindo-lhe o posto de única empresa do segmento a ter uma ferramenta de checagem online auditada – o que proporciona total confiabilidade nos dados de entrega publicitária.

Criada em 2003, a Rede Elemidia nasceu com a missão de transformar os elevadores em um novo veículo de mídia de massa, com alto de poder de segmentação. Hoje, além dos elevadores de edifícios corporativos que a consolidaram no mercado, suas operações estão distribuídas em vários ambientes, com canais específicos em shopping centers, hotéis, bares e restaurantes premium, lojas de conveniência, universidades, academias, além do novo canal Supermercados, que estréia neste início de ano. A Elemidia está presente, hoje, em 29 cidades de 17 estados brasileiros e em Buenos Aires.

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Popularidade: 90%

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Estatísticas e Curiosidades

14 de março de 2011

Estatísticas do POPAI-USA indicam que displays com movimento incrementam vendas em 150%. Os banners ganharam movimento. Um estudo feito pela Arbitron indica que cerca de 155 milhões de pessoas (67% da população) acima de 18 anos nos EUA foram expostas a alguma forma de Mídia Digital Out of Home nos últimos 30 dias. De acordo com a pesquisa, 76% dos entrevistados disseram ter visto vídeos digitais em vários lugares diferentes. No setor de varejo, mercados, restaurantes, grandes lojas, farmácias, shopping centers e lojas de conveniência são os espaços mais citados.

A Arbitron aponta que os painéis de vídeo digital são mais vistos por jovens entre 18 e 34 anos e pessoas de renda mais alta.

A Ipsos Marplan fez um estudo semelhante no Brasil focada nas lojas de hipermercados Extra e Carrefour. O estudo foi desenvolvido na capital paulista e na Grande Recife, tendo como objetivo analisar a contribuição da mídia digital no ponto de venda.

Segundo o estudo houve um aumento de 18% nas vendas das categorias anunciadas nas Tvs dentro das lojas, em relação ao que o consumidor havia planejado adquirir antes de chegar ao estabelecimento.

A média de gasto no estabelecimento foi de R$ 180,00, sendo que 75% frequentam o hipermercado no mínimo duas vezes ao mês. A intenção de compra nos próximos 12 meses ficou assim: 37% responderam produtos eletroeletrônicos, 29% carros ou motos, e 26% pretendem gastar com lazer ou viagens.

A estatística conduzida pela SeeSaw Networks (Junho 2007/July 2008), e publicado na MediaPost, destaca o poder de painéis digitais ao gerar o interesse do consumidor.

Fonte: http://www.rpmedia.eu/

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Popularidade: 85%

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Digital Out of Home tem mais alcance que o Facebook

14 de março de 2011


Falam muito sobre os serviços de geolocalização (location-based services) e as oportunidades de marketing que vieram com eles, mas os aplicativos mobile não são o único jeito de atingir esses consumidores. Conhece o Digital Out-Of-Home? Não é exatamente novo, mas as oportunidades neste meio estão crescendo.

Rob Gorrie é presidente e co-fundador da Adcentricity, uma empresa de marketing Digital Out-Of-Home que tem clientes como Disney, American Express, Verizon, Bank of America, Toyota, GM, Samsung e Evian. Ele compartilha algumas opiniões sobre o porquê acha que este tipo de marketing vai ser um novo jeito de anunciar.

“Digital Out-Of-Home é parte deste tipo de marketing. Este meio é totalmente sobre localização, permite extender os esforços de marketing e conectar pessoas, lugares e marcas” ele diz. “Digital Out-Of-Home é basicamente uma tela de LCD que foi colocada em um ponto de visão privilegiada do consumidor, dentro de ambientes que ele frequenta todo dia – de restaurantes e bares, a taxis e farmácias. A tela exibe informação e/ou entretenimento que é relevante para o consumidor daquele local específico, ou seja, existe a oportunidade de falar efetiva e diretamente com os consumidores, de maneira contextual. Segundo Neilsen, vídeos em ambientes públicos (Digital Out-Of-Home) atingem mais americanos mensalmente (70%) do que vídeos pela internet (43%) ou pelo Facebook (41%).” É bem impressionante.

“O perfil do consumidor mudou e nossas plataformas móveis também, mas os locais não. Enquanto nós recebemos as novidades pelo celular e enviamos tweets e vídeos por aí, ainda temos que ir fisicamente ao supermercado, ao posto de gasolina, ao café, ao bar com os amigos; o que acontece nesses ambientes são oportunidades para os anunciantes. O meio deixa os anunciantes atingirem o consumidor com uma mensagem altamente direcionada geografica e demograficamente.”

“São raros os momentos quando os distraídos, multi-tarefas e jovens consumidores diminuem o ritmo o bastante para pensar com foco… por exemplo, quando eles estão em bares ou restaurantes, pensando em qual bebida pedir para discutir os novos gadgets, celulares e games enquanto um punhado de smartphones ficam em cima da mesa. Uma grande marca de cerveja reconhecida no ano passado, lançou uma campanha com anúncios nas telas de restaurantes e bares pelos Estados Unidos. O resultado: 72% de aumento nas vendas da cerveja onde as campanhas estavam veiculando.” A empresa de Gorrie descreve o Digital Out-Of-Home como uma intersecção entre o mobile, geolocalização e mídia social.

“Esta é parte de uma nova experiência de marca que atinge os consumidores por várias formas de contato. Campanhas que podem começar em um meio podem se espalhar para outros e atingir o público diretamente onde eles se reúnem através destas telas. Considere a promoção de uma cerveja que quer atingir os fãs de esporte que começa com ações nas lojas do segmento, direciona as pessoas para a internet, engaja seus consumidores com as mídias sociais, e então toda essa campanha e resultado vão para as telas dos bares com o tema de esporte, onde o engajamento pode ser ampliado ainda mais.”

“O Digital Out-Of-Home está começando a ter um grande impacto no varejo, e vai ter muito mais. O uso destas telas no varejo tem muitas vantagens e benefícios; principalmente conquistando a atenção do consumidor e eliminando os custos de impressão e distribuição dos materiais de pondo de venda. Qualquer que seja a intenção da campanha a experiência visual que as telas no Digital Out-Of-Home oferecem, mostram uma relação grande com o aumento nas vendas. Em termos de marketing, faz muito mais sentido anunciar produtos nas imediações onde eles são vendidos. Ficamos muito mais excitados com a idéia de anunciar onde as pessoas estão consumindo do que tentar atingi-las quando estão confortáveis no sofá da sala.”

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Popularidade: 78%

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Investimentos em MDOOH crescem 112% em junho.

9 de setembro de 2010

Os investimentos publicitários realizados no segmento de Mídia Digital Out of Home no Brasil mais que dobraram em junho de 2010, na comparação com o mesmo período do ano anterior. De acordo com dados divulgados pelo Projeto Inter-Meios, o faturamento naquele mês foi de R$ 13,3 milhões, o que representou um crescimento de 112% em relação a junho do ano passado – posicionando-se, novamente, como o maior crescimento entre todos os meios pesquisados. Já no acumulado do primeiro semestre, os investimentos realizados em MDOOH totalizaram R$ 67,4 milhões, resultado 83% superior ao verificado nos primeiros seis meses de 2009.

Contemplando todos os meios de comunicação, o investimento publicitário em junho foi de R$ 2,5 bilhões (um incremento de 40,5% em comparação a junho do ano passado), fazendo com que o resultado no semestre chegasse a R$ 12,5 bilhões (incremento de 29,8% em relação ao 1º semestre de 2009).

Para consultar os relatórios na íntegra, basta acessar o site www.projetointermeios.com.br

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Popularidade: 63%

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Digital Out-of-Home: A nova mídia que chegou para ficar

23 de julho de 2010

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Estamos em trânsito o tempo inteiro, correndo, indo de um lugar para o outro. As pessoas saem cedo pela manhã para estudar, trabalhar, fazer compras, se divertir, exercitar, comer, tomar café e só voltam aos seus lares, muitas vezes, tarde da noite.

Além disso, nas grandes metrópoles, a alta concentração de pessoas criou uma série de ambientes da chamada “espera forçada”, ou seja, filas, espaços destinados a transportes públicos, lojas, supermercados, consultórios, restaurantes, elevadores etc. Cenário adequado para a criação, portanto, da “mídia digital out of home”. A tradução literal já diz tudo: uma mídia digital fora de casa.

Criada nos Estados Unidos com a sigla MDOOH, instala e posiciona estrategicamente telas de LCD de diversos formatos e tamanhos nos mais variados ambientes. Um jeito encontrado por muitas empresas para entreter e informar este público que, de certa forma, fica à toa e vê-se obrigado a permanecer nestes locais por um determinado período de tempo.

Com o advento da banda larga e o barateamento dos monitores, rapidamente grandes redes foram instaladas e cresceu a demanda por conteúdo de qualidade e em tempo real. Como qualquer veículo de comunicação, iniciou-se a procura por espaços publicitários e, em pouco tempo, o novo segmento de mídia se consolidou nos Estados Unidos.

Segundo dados da OVAB (Out of Home Advertising Bureau), este segmento com 13 anos de existência já fatura cerca de US$ 3,4 bilhões por ano. Cresceu mais de 20% ao ano nos últimos sete anos e espera ultrapassar US$ 6 bilhões anuais em 2012. Os maiores conglomerados de mídia perceberam o crescimento deste mercado e se associaram aos primeiros players.

A Thomson Reuters está presente em mais de 7 mil pontos-de-venda nos EUA e Canadá; a CBS Outernet, com 1,5 mil lojas, impacta mais de 72 milhões de consumidores por mês; a NBC Everywhere mantém mais de 8 mil telas em táxis, academias, escolas e supermercados; e a PRN, com base instalada em 6,8 mil lojas, mantém 210 mil telas dentro de redes como Wal-Mart, Best Buy, SAMS CLUB e ACME, atingindo mais de 290 milhões de consumidores por mês.

Na Europa o movimento foi similar, apesar de mais recente. Londres, Barcelona, Madri, Bucareste, Istambul e Lisboa já instalaram telas em metrôs, shopping centers e lojas de departamentos. Como não poderia deixar de acontecer quando o assunto é tecnologia, a Ásia também tem seus grandes representantes. A chinesa Focus Media é a maior empresa de mídia digital out of home do mundo, com mais de 260 mil telas instaladas em 90 cidades espalhadas pelo país. O Metrô de Pequim já utiliza telas de LED e projeção nas portas e janelas durante os trajetos subterrâneos.

No Brasil, a MDOOH chegou há aproximadamente seis anos e amadureceu rapidamente. Segundo a Associação Brasileira de Mídia Digital Out of Home (ABDOH), a estimativa é que já são mais de 50 mil telas instaladas e operadas profissionalmente, sejam por empresas associadas ou não. Segundo a Ipsos Marplan, que incluiu a mídia digital out of home em sua base a partir de 2009, 67% da população da Grande São Paulo afirma ter sido impactada por alguma “televisão fora de casa” nos últimos 30 dias.

Ônibus, supermercados e o metrô lideram o ranking de afinidade, com cerca de 30% de penetração. Já o Projeto Inter-Meios mostra que o investimento em mídia na MDOOH é, disparado, o que mais cresce, mantendo índices superiores a 50% ao ano. Tanto que o segmento já passa a ser analisado separadamente, tendo ultrapassado, em volume absoluto de investimento em publicidade, alguns meios tradicionais como o cinema.

Essa nova mídia já ganhou a confiança e a audiência cativa dos usuários, está presente em todos os lugares, tem a tecnologia ao seu lado e, o mais importante: vem conquistando os anunciantes e o mercado publicitário. Por se tratar de um segmento novo, muitos ainda buscam formas de mensurar o retorno do investimento. Há vários cases de sucesso. Um deles é a campanha de crédito imobiliário e automotivo realizada por um dos maiores bancos privados do país no Metrô de São Paulo.

Em menos de um mês de veiculação, a instituição financeira recebeu mais de 30 mil mensagens de texto de pessoas interessadas no crédito para a compra da tão sonhada casa própria. Além de mostrar o poder da mídia e o nível de penetração, consolidou a qualificação do público, que busca bens duráveis de alto valor agregado.

As diversas possibilidades de utilização destes veículos, ora usados como mídia de massa, ora como mídia segmentada, vem ganhando força na sustentação de campanhas institucionais, na venda de produtos, na ativação dos pontos-de-venda, na convergência com outras mídias e plataformas como celular, redes sociais e internet, nas promoções com conteúdo colaborativo, entre outras. Por isso tudo, e pelas inúmeras possibilidades que ainda estão por vir dentro deste segmento tão novo, asseguro com tranquilidade que esta nova mídia chegou para ficar.

Por Cris Moreira , diretor geral da Band Outernet

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Mídia Digital Out Of Home

5 de fevereiro de 2010

Telas de TV instaladas em trens, ônibus, elevadores e até em estádios de futebol formam uma nova onda publicitária, a chamada mídia digital out of home. Ela cresce a passos largos em todo o mundo e é uma boa alternativa para as empresas.

De acordo com a análise publicada pelo instituto de pesquisa americano PQ Media, o segmento mundial de mídia out of home fatura cerca de US$ 2,5 bilhões em publicidade ao ano e cresce quatro vezes mais do que o mercado de mídia tradicional. Ainda não há estudos sobre o percentual do retorno trazido para quem anuncia, mas os publicitários acreditam que ele pode ser interessante. “Isso porque é uma mídia extremamente segmentada, que permite anunciar de forma criativa e direcionada para o público-alvo, nas proximidades da empresa anunciante”, afirma Vicente Mastrocola, professor de criação digital da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM).

Mas você deve estar se perguntando: a pequena ou média empresa pode anunciar nessas mídias digitais out of home? “Sim, são mídias muito democráticas, pois atendem à necessidade de cobertura e investimento de empresas de diversos tamanhos”, afirma Omar Sahyoun, sócio da Ooh Mídia, localizada em São Paulo. Ooh, por sinal, é a sigla de out of home. “Normalmente, a produção dos anúncios pode ser feita em flash (o mesmo software utilizado em sites na internet), que tem valor baixo”, diz.

Os preços variam de acordo com cada prestador de serviço. E a boa nova é que você, empresário, não precisa se preocupar em contratar uma agência de publicidade para criar uma vinheta ou um comercial de 15 ou 30 segundos. As produtoras que disponibilizam esses serviços de mídia digital out of home podem desenvolver campanhas específicas para cada empresa.

Diante dessas alternativas, é fundamental que a escolha sobre qual mídia digital utilizar seja feita de forma estratégica. Para Sahyoun, sócio da Ooh Mídia, o primeiro passo é conhecer bem seu consumidor, traçar seu perfil e procurar descobrir quais são seus hábitos e interesses. O segundo passo é verificar quais os diferenciais que a sua empresa oferece em relação à concorrência e explorar esses atributos na comunicação.

Fonte: Pequenas Empresas, Grandes Negócios

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Seminário “Caminhos – Digital Out-Of-Home” debate desafios e oportunidades da indústria

20 de maio de 2009

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A ABDOH (Associação Brasileira de Mídia Digital Out-of-Home) realizou ontem, 19, em São Paulo, um seminário para o meio publicitário sobre o tema. Brian Dusho, membro do board da Out Of Home Vídeo Advertising Bureu (OVAB) na Europa e do comitê de padrões e pesquisa (Standards and Research Committee) na OVAB dos Estados Unidos, deu início ao evento e apresentou exemplos de como o setor tem crescido no mercado norte-americano, quais os reais desafios e oportunidades, além de traçar um cenário para a expansão desta indústria nos próximos anos.

Com um mercado estimado em mais de U$ 2 bilhões nos EUA e uma das mais altas taxas de crescimento no mundo, Dusho acredita que o mercado de mídia digital out-of-home atinge com maior eficácia o consumidor atual que passa cada vez menos tempo em casa. “As novas possibilidades de publicidade em meios digitais são uma realidade. As mídias tradicionais nem sempre atingem diretamente o consumidor desejado, além de ser uma opção de altíssimo custo para uma audiência hoje muito pequena. A medida de todas as mídias é o público, que nos dias de hoje busca por opções ativas e interativas que ofertem exatamente o que ele procura”, afirma o executivo.

Os resultados da utilização deste tipo de mídia despertam a atenção. Durante um trabalho realizado pela OVAB em outubro do ano passado para a Team Fox, entidade com o objetivo de disseminar informações sobre o mal de Alzheimer e dirigida pelo ator Michael J. Fox, o retorno foi surpreendente.

Nos EUA, esse tipo de mídia segue uma trilha de sucesso e já existem redes trabalhando juntas no desenvolvimento de conteúdo adequado para esse público. “A idéia é interceptar diferentes públicos em seus trabalhos, momentos de lazer e na vida social com uma mensagem que forneça valor”, garante Dusho.

O mais importante conceito da mídia digital out-of-home é a oferta de comunicação dirigida para audiências cativas, como, por exemplo, em monitores instalados em redes de supermercados, shopping centers, postos de gasolina, aeroportos, bares e restaurantes, entre outros. Há ainda programação segmentada para públicos que se encontram em elevadores, ônibus, metrô, trens e consultórios médicos.

Debates
A mesa de debates foi composta pelo moderador Geraldo Leite, além da presença do presidente da ABDOH, Waltely Longo. Participaram ainda Alexandre Cardoso, do Terra, Angelo Franzão, do Grupo de Mídia SP/McCann Erickson, Alexandre Ugadin, Diretor de Mídia da Neogama BBH, Daina Ruttul, do Instituto Ipsan Marplan e Rodrigo Lacerda, Diretor de Marketing Corporativo do Carrefour.

Os participantes reforçaram a importância de disseminar o conhecimento da mídia digital out-of-home sobre o meio publicitário, posicionando-o como uma poderosa ferramenta da construção de marcas de produtos e serviços.

Fonte: AdNews

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