Arquivo de abril, 2009

Mediapost anuncia vencedores de seu concurso de DOOH

27 de abril de 2009

Mesmo ficando na torcida pela Elemidia, ela acabou não levando na final. Não há demérito nenhum com a segunda colocação na categoria, especialmente tendo em vista os fortes concorrentes, agências internacionais especializadas em desenvolvimento de conteúdo para o meio (enquanto a Elemidia faz o conteúdo, vende inserções publicitárias, expande, monitora e gerencia a rede e ainda faz seu próprio software, ufaa..).

Os vencedores nas diversas categorias podem ser vistos diretamente no site do Mediapost, foram anunciados no dia 22 de abril de 2009.

O grande vencedor da noite foi um projeto de exibição em vitrines, realizado em New York. A Inwindow outdoor busca por lojas vazias e as aluga por um curto período para campanhas de mídia digital out-of-home. Utilizando um sistema de retro-projeção sobre uma tela especial para vidro (como a Vikuiti da 3M e outras disponíveis no mercado internacional), aliaram também sensores de presença, câmeras de reconhecimento facial e tecnologias de realidade virtual para criar a experiência vencedora.

Fonte: Mundo OOH, por Yuri Berezovoy

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TV ultra-fina com LED chega ao Brasil

24 de abril de 2009

led_tv_samsung

TV com tecnologia LED, muito mais fina e altamente econômica. Essa é a nova estrela da linha 2009 da Samsung, que também tem DVD, Blu-Ray, home theater, máquinas fotográficas digitais, filmadoras e mini systems.

Devido ao Engine LED da Samsung, os aparelhos de TV com LED são capazes de gerar imagens mais claras e definidas. A capacidade de passar mais luz pela TV reduz o reflexo na tela. Esta tecnologia também permite a criação de aparelhos ultrafinos, mais leves e elegantes. Outro diferencial é o consumo de energia, que é 40% menor. A linha é composta por três séries (6000, 7000 e 8000) e sete modelos.

Além das TVs de LED, também serão apresentados os novos exemplares de LCD e Plasma. Para esta categoria, a Samsung aposta nas tecnologias full-HD e Built-in (decodificador de TV Digital integrado), pois a maioria dos produtos traz estas soluções.

Para a linha de home-theater, a empresa aposta no HT-BD1250, que traz tocador de Blu-Ray e resolução de imagem Full HD (1080p). A novidade fica por conta da tecnologia Bio Kelp Cone, que consiste na fabricação das caixas acústicas à base de material orgânico. Esse material é mais resistente e leve, eliminando qualquer possível distorção e melhorando a resolução sonora.

Outro destaque é a linha de Blu-Ray, tecnologia que cada vez mais está presente no mercado. Pioneira na atuação neste segmento, a Samsung inova mais uma vez e traz dois modelos com funções e tecnologias avançadas, alinhados a um design sofisticado.

Já em câmeras fotográficas digitais, os novos modelos se destacam pela resolução de 9 a 12.2 megapixels e captação de vídeo em alta definição. Nove modelos fazem parte desta linha, cujo design diferenciado se destaca por meio de variadas opções de cores.

Por Fernando Souza Filho – PC Magazine – via Adnews

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Televisão enxerga futuro tridimensional

22 de abril de 2009

Nunca se falou tanto em renovação tecnológica e de conteúdo na televisão aberta americana como nesta edição anual da feira NAB Show, em Las Vegas. Muito mais do que a televisão brasileira, a TV americana enfrenta duas crises: uma crise interna, de conteúdo e produto, e outra, externa, econômica e de modelo de negócio.

A grande receita para ambos os desafios é a renovação, recomendam todos os dirigentes setoriais, começando por David Rehr, presidente da Associação Norte-Americana de Radiodifusores (NAB, na sigla em inglês), ao falar na abertura do NAB Show 2009.

A renovação de conteúdo não se limita mais à produção de programas melhores do ponto de vista da qualidade cultural e informativa. “Isso é quase o óbvio em nossos planos. O que nos desafia é inovar com os recursos que a tecnologia nos oferece: melhores imagens, do ponto de vista da definição, do contraste, do brilho e, tão logo disponha de conteúdos especiais, com a tridimensionalidade. O grande salto agora tem de ser a TV em 3D”, enfatiza um dos diretores de tecnologia da NAB.

Durante dois dias – o sábado e o domingo -, mais de 200 especialistas debateram em uma grande sessão o tema Cinema Digital 3D ou estereoscópico – que é a primeira etapa da TV3D. Tudo que o cinema fizer antes deverá ajudar as emissoras a entender o novo negócio da TV tridimensional.

De nada adianta para a indústria da comunicação eletrônica a existência dos primeiros televisores com imagem tridimensional, se não há filmes, nem documentários, nem programas gravados em 3D. Hollywood está despertando agora para esse desafio, com o lançamento em 2008 de filmes como Batman – O Cavaleiro das Trevas, Dia dos Namorados Macabro 3D ou ainda Viagem ao Centro da Terra, além das diversas partidas de futebol americano transmitidas especialmente para salas de cinema 3D, com incrível sucesso.

A Inglaterra mostrou, durante a feira, o estágio atual de desenvolvimento tanto da TV 3D quanto do cinema 3D. Gerry OSullivan, diretor de produtos estratégicos da BSkyB, diz que a TV estereoscópica tem grande futuro. A rede britânica e as empresas operadoras estão construindo uma biblioteca de conteúdos de TV 3D no padrão alternativo S3DTV, para consumidores que utilizam o sistema europeu atual, o DVB em alta definição, além da infraestrutura da Sky europeia em HD.

Ainda dentro das estratégicas de renovação de conteúdo, a televisão americana espera contar com a contribuição de laboratórios como os da Walt Disney Studios Motion Pictures Group, cujo presidente, Mark Zoradi, deu um show de novos conteúdos. Ou ainda com produções da Pixar, estúdio dirigido durante alguns anos por Steve Jobs, o fundador e presidente, atualmente licenciado, da Apple.

São empresas como essas que deverão fornecer documentários e filmes com a dupla qualidade, de imagens e de novos recursos, exigida pelos novos tempos. “Nossos limites têm de ser os limites da imaginação”, aconselha Zoradi. E as amostras exibidas na feira demonstram a verdade dessa afirmativa.

Fonte: Agência Estado

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Brasil investiu R$ 75 milhões em mídia digital em 2008

20 de abril de 2009

O Brasil deve registrar, em 2008, uma receita bruta de R$ 75 milhões em mídias digitais, contra os R$ 30 milhões apontados no ano anterior.

Os números são da Associação Brasileira de Mídia Digital Out of Home (ABDOH) e consideram aparelhos televisores instalados em pontos-de-venda e veículos de tráfego, que mostram propagandas institucionais e ações de marketing externo. Apesar do crescimento, o aporte ainda é pequeno se comparado aos EUA, que ficou perto dos US$ 1,25 bi em 2007.

Na fatia de público do setor, os números mostram resultados mais significativos. De acordo com o diretor comercial da Subway, empresa que atua há 19 anos no setor, Júlio César Ferreira, os cerca de 10 mil televisores instalados nas lojas de seus clientes atingem em torno de 40 milhões de pessoas ao mês.

“Nós começamos os trabalhos, que chamamos de TV comercial in store, em março, e estamos muito satisfeitos com o nosso faturamento. Acredito que esse é um mercado em extrema ascensão, já que não é tão conhecido. Desde que começamos a oferecer esse produto, temos dobrado o número de clientes”, cita Ferreira.

Para o presidente da ADOH, Waltely Longo, o crescimento do setor se deve “em função de as pessoas estarem mais em comunicação”. O CEO ainda aponta que uma das características das mídias digitais é a segmentação das agências responsáveis que, ou trabalham em pontos-de-venda ou em elevadores e transportes.

Fonte: Adnews

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Philips vai parar de produzir monitores 3D

17 de abril de 2009
Philips diz que queria lançar TV 3D para casas em 2013, mas decidiu parar produção

Philips diz que queria lançar TV 3D para casas em 2013, mas decidiu parar produção

A Philips decidiu interromper a produção e a venda de aparelhos de TV que mostram imagens em 3D. A empresa também não vai mais investir no desenvolvimento desses produtos, hoje oferecidos principalmente para fins comerciais, como em ações publicitárias em eventos. A decisão foi tomada por “prioridades de investimento em outras áreas”.

A decisão é um revés para esse tipo de tela, em que as imagens parecem estar “saltando” da tela. Até o ano passado, a Philips esperava que as TVs 3D chegassem ao consumidor residencial até 2013.

A empresa não divulga números atuais de vendas, mas até 2008 cerca de 3.000 unidades desses monitores haviam sido vendidas.

De acordo com a assessoria de imprensa da companhia no Brasil, a fabricação dos monitores, feita na Europa, será interrompida em junho deste ano. Entretanto, o centro de conversão de imagens 2D convencionais para o formato 3D, inaugurado em São Paulo no passado, continuará funcionando, ao menos por enquanto.

Um dos principais empecilhos para as telas 3D é o preço, já que um equipamento desses hoje custa 18 mil euros (cerca de R$ 50 mil).

Além disso, também há a barreira do conteúdo: filmes já feitos com tridimensionalidade também precisam ser convertidos para um novo formato, para serem assistidos sem óculos especiais –o mesmo acontece com games. Também não foi definido qual será o padrão para as transmissões.

Esse tipo de monitor tem tela de LCD, mas ganha uma película especial com microprismas. No jogo de luzes, o espectador tem a impressão de tridimensionalidade. A ideia é formar na tela duas imagens diferentes, que são combinadas pelo cérebro para formar uma figura 3D.

A Philips anunciou nesta semana que teve um prejuízo líquido de 59 milhões de euros (R$ 170 milhões) no primeiro trimestre de 2009, além de uma redução de 17% nas vendas, que ficaram em 5,1 bilhões de euros (R$ 14,6 bilhões).

Fonte: Folha Online

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Mais cores, menos energia

13 de abril de 2009

Um grande mostrador feito com telas Amoled iluminou o estande da Samsung na CTIA, feira de dispositivos sem fio realizada no início do mês em Las Vegas (EUA). A tecnologia Amoled gera inéditas 26 milhões de tonalidades de cores – 1,5 vez mais do que a quantidade encontrada nas maioria das telas de alta definição. A Samsung pretende fabricar ainda este ano TVs e monitores com telas Amoled, em substituição ao cristal líquido (LCD) e ao plasma. Além proporcionar mais cores e melhor constraste, a tecnologia consome menos energia.

Fonte: Click RBS – Zero Hora

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TV corporativa pode ajudar a aumentar vendas

6 de abril de 2009

Helio Seibel, presidente da Leo Madeiras, investiu nos últimos quatro anos cerca de R$ 5 milhões em um programa de televisão para marceneiros, veiculado na Rede TV! e na Rede Vida aos domingos de manhã.O pacote incluía também comerciais mas, segundo Saibel, pouco ajudou nas vendas e mesmo no relacionamento com a clientela.

No entanto, quando ele decidiu montar um pequeno estúdio de TV na sede da Leo, na Vila Anastácio, zona oeste de São Paulo, e transmitir para as suas 43 lojas a própria programação, com cursos, dicas de uso de ferramentas e várias promoções de produtos, as vendas começaram a decolar.

A crise que deixou as empresas muito mais inquietas em relação ao retorno dos investimentos em marketing está realçando a importância do ponto de venda como canal de mídia – literalmente. A instalação de TVs corporativas, em que o conteúdo é desenhado sob medida para o público consumidor, vem ganhando espaço. Foi assim na Leo Madeiras, que montou uma programação voltada a marceneiros, arquitetos e designers, transmitida nas lojas e na web, e também na rede de 12 restaurantes rodoviários do Frango Assado, que chama a atenção para as atrações do menu, as condições das estradas e a agenda cultural da cidade mais próxima.[…]

Os resultados, garantem as empresas, surgem rápido. Na loja da Leo Madeiras no Brás, região central de São Paulo, usada como piloto do projeto no final de 2008, a venda semanal de uma caixa de parafusos, por exemplo, passou de cinco para 102 unidades. Essa mesma loja no Brás, que vendia quatro serras elétricas por semana, vendeu 34 na primeira semana de funcionamento da TV. “Nosso custo caiu pela metade, em comparação ao programa que mantínhamos na TV (aberta), e eu observo muito mais retorno agora”, diz Saibel.

Além disso, a Leo passou a vender o espaço publicitário na programação da sua TV para os fornecedores, por R$ 15 mil ao mês, o que ajuda a cobrir os custos com a TV corporativa. Este ano, segundo a gerente de marketing da Leo, Fernanda Canal, o investimento para levar a programação ao ar é de R$ 1 milhão. “Cerca de 20% disso é para a instalação de TVs de 42 e 22 polegadas nos pontos de venda”, diz.A rede Frango Assado, comprada pela holding IMC no ano passado, teve a mesma boa surpresa quando instalou a TV corporativa nos seus restaurantes. Está faturando R$ 25 mil por mês com anunciantes, que também estão vendendo mais. “A venda de Fanta cresceu 15%, a de Coca-Cola, 16%, e conseguimos dobrar a venda do guaraná Kuat”, diz o diretor da Coca-Cola Femsa, Maurício Favoretto. Segundo ele, a empresa comparou os meses de dezembro e março, quando não usaram a mídia no ponto de venda, com janeiro e fevereiro, quando houve compra de espaço publicitário na TV corporativa da rede Frango Assado.

“A mídia em ponto de venda ainda é nova para nós, mas estamos fazendo testes em redes de fast food, cinemas e supermercados para comprovar sua eficácia”, diz Favoretto. A julgar pelos resultados nos 12 restaurantes do Frango Assado no Estado de São Paulo, as perspectivas são boas. “Nenhum dos produtos anunciados estava com preço promocional”, diz ele.

Fonte: Valor Economico, via Globo.com

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