Elemidia em crescimento continuado em 2010

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Em um ano marcado por tensões pós-crise no mercado mundial, a Elemidia deu a volta por cima e fechou seu balanço de 2009 com resultados mais do que animadores, mantendo-se, com folga, na liderança do segmento. A empresa registrou crescimento de 75% em relação a 2008 e prevê consolidação de 50% de market share em 2009, contra 42% registrado em 2008.

Ao lado dos avanços numéricos e de negociações que resultaram, em dezembro, na importante aquisição de parte do Cine Boteco, a empresa imprimiu, ainda, grandes inovações ao longo do ano. Entre elas, se destacam os investimentos em seu novo e já consagrado formato editorial, e a asseguração obtida pela PriceWaterhouse – que conferiu-lhe o posto de única empresa do segmento a ter uma ferramenta de checagem online auditada - o que assegura total confiabilidade nos dados de entrega publicitária; além do mérito institucional de ter conquistado todos os prêmios relevantes do setor em 2009.

No campo das inovações, a Elemidia promete mais surpresas em 2010, fruto de projetos em fase de desenvolvimento e, ainda, mantidos a sete chaves. Gerir, de seu novo posto, ambiciosos planos evolutivos e flexibilizá-los, prontamente, dentro de um mercado em permanente mudança, estão entre os principais desafios do diretor comercial em 2010. “Numa perspectiva considerada conservadora, a Rede Elemidia planeja crescer seu faturamento em 70% e responder por mais de 60% do share até o final desse ano, porém, mediante a performance ímpar registrada em janeiro, estes resultados poderão, inclusive, ser superados”, arrisca Jimenez.

Sobre a Rede Elemidia

Criada em 2003, a Rede Elemidia nasceu com a missão de transformar os elevadores em um novo veículo de mídia de massa, com alto de poder de segmentação. Hoje, além dos elevadores de edifícios corporativos, suas operações estão consolidadas em vários ambientes, como shopping centers, hotéis, lojas de conveniência, universidades e academias.

Presente em 22 cidades de 15 Estados brasileiros e em Buenos Aires, a Rede Elemidia reúne 4.717 monitores em 1.286 estabelecimentos comerciais, impactando mais de 12,7 milhões de pessoas diferentes por semana. Seus monitores veiculam mensagens publicitárias e conteúdo noticioso em tempo real, com capacidade de reter 97% do nível de atenção, segundo pesquisa do Datafolha.

Fonte: Elemídia

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8 de fevereiro de 2010 por Caio Magenta

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Desta vez, a TV-3D tem tudo para decolar

O Consumer Electronics Show (CES 2010), que terminou no domingo passado aqui em Las Vegas, inaugurou a era da TV tridimensional (TV-3D). Sem ter nenhuma bola de cristal, podemos afirmar que, desta vez, a TV-3D veio para ficar.

Na realidade, ela tem mais de 30 anos e dezenas de tentativas frustradas. No passado, a grande barreira eram as limitações da tecnologia analógica, cujas soluções nunca chegaram a empolgar nem os espectadores nem a indústria. Hoje, diferentemente, estamos diante de um salto triplo: TV digital, imagens de alta definição e tridimensionais.

Outra vantagem será a padronização das tecnologias de TV-3D. Assim, o consumidor poderá confiar em um único padrão e usufruir a plena integração da tridimensionalidade dos filmes de cinema, do Blu-ray disc 3D, dos videogames mais avançados e dos programas de TV aberta e por assinatura.

Vale lembrar que, num futuro próximo, toda comunicação visual utilizará imagens tridimensionais. Assim como, no passado, a passagem de preto e branco para a imagem em cores foi vista como um salto natural, devemos encarar com a maior naturalidade a chegada da tridimensionalidade à TV, ao cinema, ao home theater e às imagens dos computadores.

Nem todos querem

Mesmo diante desses argumentos, no entanto, persiste uma dúvida central: como reagirão os espectadores? É provável que uma boa parcela resista à ideia de investir em televisores e em conteúdos mais caros. Outros se sentirão constrangidos pelo uso obrigatório de óculos especiais que lhes assegurem a bela ilusão da profundidade de imagens. A visão 3D fica, assim, limitada às oportunidades em que o espectador pode sentar-se e concentrar sua atenção em um filme ou show. “Uma coisa é usar óculos numa sala de cinema, mas em casa você está com outras pessoas numa sala de estar, movimentando-se para a cozinha ou fazendo outras coisas”, diz Greg Ireland, da empresa de pesquisas IDC.

Para quebrar a hesitação dos consumidores, os maiores fabricantes se apressaram em lançar seus modelos de TV-3D neste CES 2010. Tim Baxter, presidente da divisão de consumo da Samsung Electronics, estima que entre 10% e 14% dos 35 milhões de televisores a serem vendidos neste ano nos Estados Unidos terão a capacidade de exibir imagens 3D. A empresa coreana está aliando-se à DreamWorks Animation SKG Inc. para produzir a versão 3D do filme Monstros vs. Alienígenas (Monsters vs. Aliens) exclusivamente para os compradores de seus televisores 3D.

Conversão 2D-3D

Os aparelhos da Samsung serão capazes de converter programas produzidos em 2D para 3D. Embora a qualidade dos programas convertidos seja menor, os espectadores deverão aceitá-la enquanto não existirem conteúdos em 3D originais, abundantes e disponíveis, segundo Baxter.

Os novos televisores Cell TVs, da Toshiba, também converterão programas 2D em 3D, por serem dotados de Cell chips, os mesmos microprocessadores usados no Play Station 3, da Sony, que tem recursos avançados.

De seu lado, a Panasonic diz que lançará 4 modelos de televisores 3D de plasma e não de LCD, no segundo semestre. Já a Sony só lançará seus televisores 3D no terceiro trimestre deste ano. Alguns de seus aparelhos virão completos, com óculos. Outros serão do tipo 3D-ready, cabendo aos clientes adquirir os óculos separadamente.

A LG promete lançar dois modelos de televisores de grandes dimensões em 3D, em maio: um com 47 polegadas, outro com 55. A empresa diz que eles custarão de US$ 200 a 300 mais que os melhores televisores sem os recursos da 3D. Até a Vizio Inc., líder de mercado de TVs de preços populares nos Estados Unidos, diz que seus televisores mais sofisticados terão os recursos da tridimensionalidade.

Os fabricantes não esperam que a TV-3D se imponha rapidamente. Eles lembram os casos da TV em cores e, mais recentemente, o da TV de alta definição, que levaram muitos anos para alcançarem a maior parcela dos telespectadores. Como outros avanços tecnológicos, os programas em 3D exigem avanços e melhorias na infraestrutura da televisão e do cinema, desde a tomada de imagens até a edição e distribuição.

E os conteúdos?

O reduzido conteúdo de filmes disponíveis, produzidos originalmente em 3D, abrange desenhos ou mesmo filmes fascinantes convertidos para a nova tecnologia, como Avatar, os da série Up, as produções da Pixar e outros. Nas demonstrações feitas no CES 2010, a maioria dos adultos parecia hipnotizada pelos desenhos em TV-3D.

Agora todos os players estão preparados para o lançamento tanto dos televisores 3D quanto do Blu-ray 3D, até o fim do primeiro semestre. A rede de TV via satélite DirecTV anunciou que vai enviar upgrades de software à maioria de seus set top boxes em junho para recepção em 3D. A ESPN planeja oferecer um canal em 3D em tempo de transmitir a Copa do Mundo da África do Sul. A rede Discovery vai associar-se à Imax e à Sony para constituir rede própria em 3D full time em 2011.

Fonte: Último Segundo

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5 de fevereiro de 2010 por Caio Magenta

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Mídia Digital Out Of Home

Telas de TV instaladas em trens, ônibus, elevadores e até em estádios de futebol formam uma nova onda publicitária, a chamada mídia digital out of home. Ela cresce a passos largos em todo o mundo e é uma boa alternativa para as empresas.

De acordo com a análise publicada pelo instituto de pesquisa americano PQ Media, o segmento mundial de mídia out of home fatura cerca de US$ 2,5 bilhões em publicidade ao ano e cresce quatro vezes mais do que o mercado de mídia tradicional. Ainda não há estudos sobre o percentual do retorno trazido para quem anuncia, mas os publicitários acreditam que ele pode ser interessante. “Isso porque é uma mídia extremamente segmentada, que permite anunciar de forma criativa e direcionada para o público-alvo, nas proximidades da empresa anunciante”, afirma Vicente Mastrocola, professor de criação digital da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM).

Mas você deve estar se perguntando: a pequena ou média empresa pode anunciar nessas mídias digitais out of home? “Sim, são mídias muito democráticas, pois atendem à necessidade de cobertura e investimento de empresas de diversos tamanhos”, afirma Omar Sahyoun, sócio da Ooh Mídia, localizada em São Paulo. Ooh, por sinal, é a sigla de out of home. “Normalmente, a produção dos anúncios pode ser feita em flash (o mesmo software utilizado em sites na internet), que tem valor baixo”, diz.

Os preços variam de acordo com cada prestador de serviço. E a boa nova é que você, empresário, não precisa se preocupar em contratar uma agência de publicidade para criar uma vinheta ou um comercial de 15 ou 30 segundos. As produtoras que disponibilizam esses serviços de mídia digital out of home podem desenvolver campanhas específicas para cada empresa.

Diante dessas alternativas, é fundamental que a escolha sobre qual mídia digital utilizar seja feita de forma estratégica. Para Sahyoun, sócio da Ooh Mídia, o primeiro passo é conhecer bem seu consumidor, traçar seu perfil e procurar descobrir quais são seus hábitos e interesses. O segundo passo é verificar quais os diferenciais que a sua empresa oferece em relação à concorrência e explorar esses atributos na comunicação.

Fonte: Pequenas Empresas, Grandes Negócios

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5 de fevereiro de 2010 por Caio Magenta

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Elemidia fatura Caboré 2009

Mais um importante reconhecimento da Rede Elemidia pelo mercado publicitário.
Na disputa, além da Elemidia, estavam BandNews FM e UOL.

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16 de dezembro de 2009 por Caio Magenta

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Rede Elemidia incorpora o Cine Boteco

Com a negociação, passa a ter a meta de expandir seu alcance para mil bares em 2010

A Rede Elemidia fechou na semana passada a compra de participação acionária no Cine Boteco, empresa de mídia digital indoor controlada por Eduardo Rosemback (ex-diretor de marketing da Disney no Brasil), que se mantém como sócio.

O contrato firmado entre as partes dá direito a aumento da cota da Elemidia daqui a um ano. Com a negociação, a rede passa a atuar em um ambiente no qual ainda não estava presente: os bares.

Atualmente, o Cine Boteco mantém 500 monitores em 250 estabelecimentos nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro. Com eles, a Elemidia aumenta sua presença para 5 mil telas, espalhadas por 1.450 pontos. A rede assume a gestão, a comercialização e o conteúdo do Cine Boteco, com a meta de expandir seu alcance para mil bares no ano que vem.

Segundo dados do Projeto Inter-Meios, o segmento digital out-of-home é o que mais cresce no País, tendo avançado 55% entre janeiro e setembro. Pelas contas da Elemidia, a empresa já ultrapassa os 50% de share nessa categoria.

A informação é da coluna Em Pauta, publicada na edição 1389 de Meio & Mensagem, que circula com data de 14 de dezembro de 2009.

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14 de dezembro de 2009 por Caio Magenta

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Prêmio Marketing Best: Elemídia revoluciona a mídia digital out of home do Brasil

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Aconteceu na noite desta quinta-feira (3) a entrega do 22º Prêmio Marketing Best, no HSBC Brasil, em São Paulo. O evento, que teve como mestre de cerimônias o jornalista Chico Pinheiro, reconheceu o trabalho de 18 empresas com 20 cases (leia tabela abaixo) que se destacaram no planejamento e execução das estratégias de marketing de seus produtos e/ou serviços. “As empresas merecem prêmio em dobro porque tivemos a crise e, mesmo assim, chegamos até aqui”, disse Armando Ferrentini, diretor-presidente da Editora Referência e integrante da ABM (Academia Brasileira de Marketing).

Os 22 anos do prêmio foram lembrados por Zilla Patricia Bendit, assessora de desenvolvimento institucional e professora de marketing da FGV-EAESP (Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas). “Esses 22 anos passaram a contar a história do marketing porque Ferrentini e Madia acreditaram no marketing dentro da empresa de vocês. Parabéns para vocês dois! Esta festa é a festa de equipes que lutam e têm a coragem de contar a história para a gente contar ao Brasil inteiro”, afirmou Zilla.

Em um discurso aclamado pelo público, Francisco Alberto Madia de Souza, diretor-presidente do MadiaMundoMarketing e da ABM, parabenizou as empresas após criticar o aumento de 40% no IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) aprovado por Gilberto Kassab (DEM-SP), prefeito de São Paulo. “É um absurdo os nossos dirigentes aprovarem uma lei que vai contra os nossos benefícios”, declarou Madia.

Após a entrega dos prêmios, os convidados assistiram ao show da banda Ultraje a Rigor, com participação do músico Frejat.

O Marketing Best é um prêmio realizado anualmente pela Editora Referência, FGV-EAESP e MadiaMundoMarketing. Nesta edição, o Marketing Best teve seu júri presidido por Zilla e composto por Madia; João De Simoni Soderini Ferracciù, presidente do Grupo De Simoni e membro da ABM; Jomar Pereira da Silva, jornalista e presidente da Alap (Associação Latino Americana de Agências de Propaganda) e Marcos Henrique Nogueira Cobra, diretor-presidente da Cobra Editora e membro da ABM.

Vencedores
141 SoHo Square – “Programa de estágio 141 SoHo Square: detectando novos talentos”
Africa: “ItaúBrasil. É o Itaú valorizando o que o Brasil tem de melhor”
Banco Panamericano: “Patrocínio do Corinthians”
Brasilcap: “Campanha Ourocap 2009”
C&C: “Faz parte da nossa casa. Faz parte da sua vida”
Caixa Econômica Federal: “Caixa Fácil” e “Loterias Caixa. Para A Sorte Todo Mundo É Igual”
Cervejaria Petrópolis: “TNT Energy Drink. Detone”
Cia. Ultragaz: “Ultragaz na sua Rua”
Editora Abril: “Veja Comer & Beber”
Elemídia: “Elemídia revoluciona a mídia digital out of home do Brasil”
Itaú Unibanco: “Itaucard. Sempre um benefício feito para você”
MAN Latin America: “Seleção Volksbus”
MasterCard: “Resgatando a emoção de MasterCard. O consumidor como protagonista da marca”
Ministério do Turismo: “Turismo interno: transformando crise em oportunidade”
Petrobras: “Speed Racer - Uma Promoção Cinematográfica” e “Petrobras na Rio , Oil & Gas 2008”
Sadia Food Services: “Comer fora torna a vida mais gostosa”
Seguros Unimed: “Reposicionamento da Marca”
Unimed do Brasil: “Campanhas Unimed: conceito nacional com aplicação regional”

por Maria Fernanda Malozzi, Via propmark.com.br

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4 de dezembro de 2009 por Caio Magenta

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Mercado destaca desempenho da Rede Elemidia

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Além de registrar 70% de crescimento em 2009, a Rede Elemidia encerra o ano com a conquista dos mais importantes prêmios setoriais. A defesa para estes reconhecimentos de mercado é a revolução que, em pouco tempo, a empresa provocou no setor de mídia digital out of home no país, segmento no qual tornou-se líder absoluta e detém, hoje, 46% de market share.

Finalista do Prêmio Caboré, cujos vencedores serão revelados na próxima semana; a Rede Elemidia foi eleita a melhor do ano em sua categoria nas edições do Prêmio Marketing Best, Prêmio Colunistas de São Paulo e, ainda, pela terceira vez consecutiva vence o Prêmio Veículos de Comunicação.

Fonte: Portal da Propaganda

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3 de dezembro de 2009 por Caio Magenta

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Sony prevê que TVs 3D serão metade das vendas em 2012

O conglomerado japonês de eletrônica e entretenimento Sony prevê que televisores 3D respondam por até 50% de seus embarques totais de TVs no ano fiscal que se encerrará em março de 2013, anunciou um executivo.

O presidente-executivo assistente, Hiroshi Yoshioka, também disse a um grupo de repórteres que a empresa está negociando com diversas companhias sobre o fornecimento de baterias de íon de lítio para automóveis. Ele se recusou a identificar companhias específicas.

Yoshioka comanda as operações de TVs, câmeras digitais e eletrônicos da Sony. A divisão de televisores da Sony está em seu sexto ano consecutivo de prejuízo e enfrenta a valorização do iene e a concorrência maior da Samsung Electronics e da LG Electronics. A empresa planeja lançar seus televisores 3D no ano que vem e deposita nessa nova tecnologia de tela suas esperanças de recuperar a força no segmento de TV.

Na semana passada, a Sony anunciou que projeta vender mais de 1 trilhão de ienes em produtos relacionados a televisores 3D no ano fiscal de 2012/13. A empresa, que no momento produz baterias de íon de lítio para laptops e outros aparelhos, também anunciou na semana passada que começaria a produzi-las para carros elétricos.

O grupo provavelmente concorrerá com a Sanyo Electric e a GS Yuasa, que já vêm fornecendo baterias recarregáveis para automóveis híbridos e elétricos. A Yoshioka disse que a queda acentuada do dólar diante do iene teria impacto “muito pequeno” sobre a receita da empresa, nas atuais circunstâncias. Uma valorização de um iene na cotação cambial diante do dólar reduz em 1 bilhão de ienes (US$ 11,5 milhões) o lucro operacional anual da companhia. O dólar caiu para a marca mais baixa em 14 anos diante do iene, na quinta-feira.

Reuters

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27 de novembro de 2009 por Caio Magenta

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ABRAMID Confirma Tendência de Crescimento Em Mídia Indoor

Associação de Mídia Indoor faz balanço e confirma que opções de mídia indoor estão ganhando espaço no mercado publicitário.

São Paulo, novembro de 2009 - A tendência é cada vez mais as opções de Mídia Indoor ganharem espaço junto a agências e anunciantes. Essa é a opinião da ABRAMID – Associação Brasileira de Mídia Indoor, após realizar um balanço entre seus associados, ao longo de 2009.

Michel Eberhardt, Presidente da ABRAMID informa que “no início do ano, as previsões não eram nada boas, em função da crise que se avizinhava. Mas, com o passar dos meses, o mercado reagiu sensivelmente, apresentando bons resultados para praticamente todas as nossas empresas associadas”.

E os bons resultados não são apenas fruto da destinação de verbas oriundas de outras mídias ou da restrição da Mídia Exterior na cidade de São Paulo. Segundo Eberhardt, boa parte dos bons resultados se deve ao trabalho constante desenvolvido pelas empresas afiliadas à entidade, no sentido de conscientizar anunciantes, agências e mídias sobre as vantagens, impacto e especificidades oferecidos pelos diversos tipos de mídia indoor.

Os investimentos publicitários registrados nesses 10 meses de 2009 revelam um crescimento constante e sustentado que deve permanecer em elevação no próximo ano. A estimativa da entidade é que cerca de 4,5% dos investimentos publicitários no Brasil são direcionados aos mais diversos segmentos de mídia indoor. O grande desafio, agora, segundo Eberhardt, é aumentar esse percentual nos próximos anos, para chegar ao patamar de 10% nos próximos 3 anos.
As informações divulgadas pela ABRAMID parecem ir ao encontro de uma mesma tendência, no mercado americano. Dados publicados pela Arbitron, recentemente, indica que cerca de 155 milhões de pessoas (67% da população) acima de 18 anos nos EUA foram expostas a alguma forma de mídia digital out-of-home nos últimos 30 dias. Ainda segundo o relatório divulgado pelo Instituto, 76% dos entrevistados disseram ter visto vídeos digitais em vários lugares diferentes. No setor de varejo, mercados, grandes lojas, farmácias, shopping centers e lojas de conveniência são os espaços mais citados. Os vídeos em postos de gasolina e em salas de espera de cinemas atingem 1 em cada 5 americanos. Aqui no Brasil, uma prova cabal da importância e reconhecimento que o segmento está obtendo junto ao mercado publicitário são as indicações da Elemídia para o Prêmio Caboré 2009 como um dos candidatos como Veículo de Comunicação – Mídia Eletrônica e também da indicação da Meta29 no Prêmio Colunistas. As duas empresas, tradicionais e respeitadas em termos de mídia indoor traduzem a capacidade técnica e profissional do nosso segmento, gerando essa confiança no mercado anunciante.

“O que sentimos atualmente, por parte de agências e anunciantes é um respeito maior pelas empresas que atuam seriamente com mídia indoor. E esse respeito vem sendo conquistado com um trabalho transparente de empresas sérias e comprometidas em atender efetivamente as necessidades dos clientes. Além dos aspectos normais levados em consideração no planejamento de uma campanha (com relação a aspectos técnicos, pesquisas, cobertura etc), hoje, ao se decidir por uma ação nesse tipo de mídia, o cliente se preocupa efetivamente se a empresa que vai atender suas necessidades tem um compromisso ético com os pontos de exibição que afirma ter, se entrega aquilo que é realmente contratado, se a qualidade das peças estão de acordo com o padrão de qualidade e muitas outras exigências. Somos frequentemente questionados se determinadas empresas que oferecem facilidades para a execução de campanhas são associadas à nossa entidade que já nasceu com um Código de Ética rígido para coibir práticas indesejáveis e desleais”.

“Acredito que esse será o futuro de nosso segmento, pois o mercado não aceita mais práticas desleais e não profissionais. Com a nossa atuação nesse sentido, com certeza poderemos aumentar muito o planejamento de campanhas para nosso segmento, garantindo a qualidade e profissionalismo desejado pelos nossos clientes”, finaliza Eberhardt.

Por Michel Eberhardt

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27 de novembro de 2009 por Caio Magenta

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Pesquisa analisa eficiência da Mídia Digital Out of Home

Estudo da IPSOS Marplan revela que houve aumento de 18% nas vendas anunciadas nas Tvs dentro das lojas.

A IPSOS Marplan realizou uma pesquisa para a CerejaPRN visando avaliar a eficiência da Mídia Digital Out of Home nas lojas de hipermercados Extra e Carrefour. O estudo foi desenvolvido na capital paulista e na Grande Recife, tendo como objetivo analisar a contribuição da mídia digital no ponto de venda.

Segundo o estudo houve um aumento de 18% nas vendas das categorias anunciadas nas Tvs dentro das lojas, em relação ao que o consumidor havia planejado adquirir antes de chegar ao estabelecimento. A média de gasto no estabelecimento foi de R$ 180,00, sendo que 75% frequentam o hipermercado no mínimo duas vezes ao mês. A intenção de compra nos próximos 12 meses ficou assim: 37% responderam produtos eletroeletrônicos, 29% carros ou motos, e 26% pretendem gastar com lazer ou viagens

Para Daina Ruttul da IPSOS Marplan, executar essa pesquisa foi uma oportunidade para a empresa aplicar uma metodologia que mede a efetividade da publicidade veiculada nessa nova mídia e demonstrar a possibilidade de soluções. São dados que fundamentam o trabalho técnico e contribuem para o profissionalismo do setor.

Segundo Flávia Sampaio, diretora executiva da CerejaPRN, “a pesquisa será fundamental para que as grandes marcas avaliem suas campanhas e para que a CerejaPRN reforce seu posicionamento técnico em relação a mídia”. Esta é a terceira pesquisa ad hoc que a CerejaPRN realiza desde 2007, sempre com novos objetivos de investigação das possibilidades da Mídia.

Fonte: MM Online

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24 de novembro de 2009 por Caio Magenta

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